
"Finalmente subiu e sentou-se ao lado do marido. O condutor da ambulancia protestou do banco da frente, Só posso leva-lo a ele, são as ordens que tenho, a senhora saia. A mulher, calmamente, respondeu, Tem de me levar tambem a mim, ceguei agora mesmo."
Entre muitas outras esta é uma das partes que mais gosto.
A mulher do médico é a única que não cega, mas o amor que sente pelo marido leva-a a fingir que esta cega só para não se separar dele e para o poder ajudar. A mulher fez uma verdadeira prova de amor ao seu marido. Fui a única que teve a coragem para o fazer. A sua determinação, coragem, força e de louvar. Em nenhum momento ela abandonou o seu marido e os restantes dos cegos, ela foi como a "mae do mundo ", naquela situação.
Entre muitas outras esta é uma das partes que mais gosto.
A mulher do médico é a única que não cega, mas o amor que sente pelo marido leva-a a fingir que esta cega só para não se separar dele e para o poder ajudar. A mulher fez uma verdadeira prova de amor ao seu marido. Fui a única que teve a coragem para o fazer. A sua determinação, coragem, força e de louvar. Em nenhum momento ela abandonou o seu marido e os restantes dos cegos, ela foi como a "mae do mundo ", naquela situação.
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